Quando a imen­si­dade das som­bras
Se acer­car de mim pro­mete que dirás
Que fui com as aves mati­nais
Per­noi­tar à boca das marés em busca
Do sulco da lua pelas noi­tes den­tro.
Diz as coi­sas mais banais.
O que qui­se­res. Diz.
Nunca te fal­tam as pala­vras
Para enga­nar as sombras

In– ‘O silên­cio: lugar habi­tado’ — Graça Pires

PS — Obri­gado Gininha.